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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

A Anatomia da Meredith

Pelo título até parece que vou postar algo com cunhos homossexuais, mas não é bem assim. Vou usar esse espaço, hoje, para discutir (ou monologar) televisão e sua mania de viciar as pessoas. Eu mesma sou uma fã confessa da caixinha de elétrons, tenho sempre uma série nova pra acompanhar e na mesma proporção que gosto, tem sempre aquela que não suporto e há alguns anos esse posto é ocupado pelo Seattle Grace e seus médicos ebulindo em hormônios. A implicância com a dita série começou na verdade porque a mesma brigava pelo primeiro lugar no “IBOPE” com CSI, até então a minha menina dos olhos, e eu achava um absurdo uma série razoável como Grey’s ter mais audiência do que a 7ª e mais perfeita temporada da melhor série do mundo. Quando comecei a assistir com olhares mais críticos, fui percebendo que realmente a série não diz a que veio, o hospital serve apenas de cenário para um relacionamento ioiô de dois adultos que se comportam como se tivessem 17 anos e meio. Personagens entram e saem, mudam de orientação sexual, de opinião e de parceiro com a mesma velocidade (algumas vezes até mais rápido) que o Silvio Santos muda o horário da sua programação! Particularmente, prefiro séries com histórias de amor gostosas, lentas, bem trabalhadas e que me levem a amar junto. Amores como o Grissom e Sara (CSI), Chandler e Monica (Friends), Penny e Leonard (The Big Bang Theory), Finn e Rachel (Glee) e até mesmo no quesito troca de casal Joe e Pacey (Dawson’s Creek). Meredith, sua cara de tonta e aquele hospital que deveria ser especializado em DSTs não me agradam e não deveriam agradar a ninguém! Mas quem sou eu pra optar no que as pessoas assistem, né? Eu sou fã daquele série sem pé nem cabeça aonde as pessoas estão presos em uma ilha tropical com ursos polares, cavalos, monstros de fumaça e até o Rodrigo Santoro.

That’s All Folks!

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