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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Casos de Família 2

Demorei a escrever esse post bem menos do que eu planejei. Infelizmente nesse momento minha mágoa está bem acesa e por conta disso esse post será 100% transparente e vou dizer TUDO o que sinto.
Como eu disse nesse post aqui, eu tenho um espírito sem luz na minha família, mas é sem luz MESMO, sem luz alguma, sem iluminação nem externa, mas enfim.
Essa pessoa é irmão mais velho do meu pai, ou seja, é bem coroa já que só meu pai já tem 51 anos, mas se comporta como uma criança birrenta. Está sempre implicando, fazendo as coisas pra irritar, xingando palavrão, um saco!
Não consigo me lembrar se ele sempre foi assim ou se foi a perigosa mistura maconha e cerveja que matou os neurônios dele e transformou ele nesse demônio (acha a palavra forte? vem morar aqui 1 semaninha) e hoje ele conseguiu mais uma vez tirar toda minha paz de espírito!!!
O que eu vou escrever agora é uma coisa bem forte, mas de coração? NÃO ME ARREPENDO E CONTINUO COM ESSA OPINIÃO: Se algum dia, no futuro, ele estiver doente e dependendo de alguma ajuda e eu for a única opção disponível: Eu deixo morrer!
Muito rancor? Com certeza!
Todas as abominações que eu já tive de ouvir, todos os palavrões, todas as vezes que eu tive de ver meus cachorros serem agredidos (e até assassinados), todas as vezes que ele fez minha mãe ir parar no hospital com a pressão alta, todas as brigas que ele iniciou, tudo isso me deixou com muito rancor, tudo isso me fez deixar de ver nele alguém que pudesse ser da minha família, agora ele é só uma mancha na minha árvore genealógica.Mas para que todo esse ódio e rancor dentro do meu coração não pareça apenas pirraça vou contar alguns causos que eu já passei.

Causo 1: Uma vez no começo de 2010 eu levei a filha dele para comprar o material escolar, e ela quis comprar tudo caro e eu ali controlando, exercendo meu papel de prima mais velha, mas ela acabuo estourando um pouquinho o limite e gastou um bocadinho a mais. Quando voltamos subimos para a casa da minha vó para ela guardar as coisas e eu apresentar as notas fiscais. Mas, como o Todo Poderoso adora fazer um rebu na minha vida, a alma pena chegou bebâdo como sempre e começou a arrumar confusão, xingar a menina e eu (besta que sou) a defendi. Sabe o que ele fez? Me expulsou e me proibiu de entrar novamente na casa da minha vó.

Causo 2: Todos os anos, minha mãe, a irmã dela, minha avó materna e eu vamos para Aparecida do Norte por um final de semana. E no ano passado eu fui na frente, não me lembro o porque, carregando TODAS as bolsas e o carro dele estava no caminho e eu esbarrei e soltou o retrovisor, SOLTOU, era só encaixar de volta. O que ele fez? Me chamou de piranha, disse que eu estava fazendo de proposito Uma delícia de pessoa, né?

Acho pouco? O.K Esse troço não gosta de cachorros, eu por outro lado, AMO e no momento três. Mas no passado assim que minha Suzy morreu, ganhei um pastor belga filhote, muito bonitinho Preto era o nome dele. Mas o Preto como filhote que era, era muito chorão. Sabe o que essa alma bendita fazia? Jogava água gelada pro cachorro calar a boca, aham e quando ele já estava dormindo era minha avó quem jogava água para que o filhinho dela (é ele tem mais de 50 anos, 2 filhos nas costas mas ainda mora com a mamãe) não acordasse e ficasse irritadinho. Sabe o que aconteceu com meu cachorro? Morreu!  E olha se for pra falar em cachorro tenho muito mais pra falar, ele está sempre chutando, batendo, deixando o portão aberto pra ver se o cachorro foge, dando vassouradas.

Mas a gota d'água nesse momento, o que me fez explodir e chegar a esse ponto (e também escrever o versinho que pus no post de domingo), foi o que aconteceu na sexta a noite.Bom o relógio da minha casa explodiu e nós ficamos sem luz, o que nos deixou sem muitas opções do que fazer a não ser conversar e conversar e conversar. Meu pai está trabalhando se segurança do Rock in Rio (pois é, até ele vai e eu em casa) então estavamos minha mãe eu batendo papo sobre amenidades quando o demônio passou pela janela e a harmonia deve ter deixado ele com dor nos ossos porque ele decidiu que era hora de dizer coisas doces come: "Vai se foder" "Vai pra porra" "Puta que pariu", mas nós continuamos a conversar ignorando por completo o ataque de nervos dele, não satisfeito ele decidiu entrar no carro (a nível de entendimento as janelas da minha sala dão na garagem do quintal) e ficar dando partida para que o motor fizesse barulho bem alto enquanto xingava palavrões ao acaso e nós continuamos a ignorar. Cansado ele subiu as escadas e voltou pra casa.

É assim o tempo todo, ofensas, palavrões, barulhos com o motor do carro.Tudo pra ofender (e ganhar um pouquinho de atenção) e é por isso que eu estou sim com o coração transbordando de rancor. Eu sei que não faz bem pra mim, mas é o que eu tenho pra hoje.
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domingo, 25 de setembro de 2011

Casos de Família

Família a gente não escolhe, né? E todo mundo tem pelo menos um membro na família que se pudesse escolher já tinha excluído da árvore genealógica. Eu pelo menos tenho um, e ontem depois de ter passado uma situação que me tirou completamente do sério (e depois eu vou contar aqui) me veio um "versinho" na cabeça e eu escrevi e vou transcrever aqui.

Que triste deve ser viver na completa solidão, e precisar gritar, xingar, ofender só pra ter um pouco de atenção.
Afundar-se em um mundo particular criado por drogas, sejam elas lícitas ou não, viver numa fantasia onde todos estão ocupados querendo te destruir, um misto de criatividade e teoria da conspiração.
Talvez buscando a própria felicidade, talvez vivendo uma maldição, mas sem entender que na vida do outro nem sempre você é a motivação.
Sem o amor e o respeito daqueles que seus frutos são, segue acreditando que está sempre certo e os outros sempre errados estão.
Que triste deve ser viver na completa solidão.



Enfim, por hora é isso, num próximo post eu apresento a vocês o inspirador desse versinho.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Meu nome é MULHER!

Recebi esse texto por e-mail e achei ótimo, infelizmente não achei os créditos mas vale a leitura.



MEU NOME É MULHER


Eu era a Eva Criada para a felicidade de Adão 
Mais tarde fui Maria 
Dando à luz aquele 
Que traria a salvação 
Mas isso não bastaria 
Para eu encontrar perdão. 
Passei a ser Amélia 
A mulher de verdade 
Para a sociedade 
Não tinha a menor vaidade 
Mas sonhava com a igualdade. 
Muito tempo depois decidi: 
Não dá mais! 
Quero minha dignidade 
Tenho meus ideais! 
Hoje não sou só esposa ou filha 
Sou pai, mãe, arrimo de família 
Sou caminhoneira, taxista, Presidente do Brasil,
Piloto de avião, policial feminina, 
Operária em construçãoAo mundo peço licença 
Para atuar onde quiser 
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA 
E meu nome é MULHER!!! 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A difícil arte de levantar uma bandeira

Quando você assume a ideia de assumir e defender publicamente uma opinião é preciso ter muito cuidado, afinal você passa a ser a referência de muita gente naquele sentido.
Lembro-me da Ivete Sangalo, que durante a gravidez defendia o direito ao parto normal e levantou bandeira e na hora H agendou sua cesária. Ora bolas, se não tem coragem de entrar em campo, pra que vestir a camisa?
Mas o papo aqui não é parto e nem a Ivete Sangalo, é igual sexual, sexo casual, feminismo e outras coisinhas.

Em um dos meus dias de moradora do twitter, vi um tweet da Lele Siedschlag (@alesie) falando sobre uma das matérias mais faladas do Globo.com naquele dia, uma tal "nova Bruna Surfistinha" e naquele dia a Lele mostrou o twitter da moça (@vidadeleticia) e eu, curiosa que sou, fui atrás. Do twitter dela ao blog foram 2 cliques, e do blog a comprar a ideia que ela passava foram dois ou três posts.

Opa vamos deixar claro aqui, comprar a ideia não é querer fazer o mesmo, e sim defender o direito que ela tem de fazê-lo. Quanto mais via blogueiros e grandes veículos da mídia a atacando, entrevistas com falas Letícias indo ao ar ao vivo na Rádio Globo, mais eu achava que ela tinha mesmo que chutar o pau da barraca e mostrar que ela podia dar pra 100, 200, 958 homens em um ano e NINGUÉM tinha nada com isso. Deixa a moça levantar a bandeira da liberdade sexual, deixa ela mostrar pra todo mundo que mulheres tem direito ao sexo casual tanto quanto os homens. Até porque se só os homens fizerem sexo casual, as mulheres vão estar sempre sofrendo, né?

Mas aí a Letícia começou a namorar. E agora, José? Como pregar o desapego, o ninguém é de ninguém, o sexo sem compromisso quando se está em um compromisso?

Bom isso é o que a Letícia vai precisar descobrir e os leitores acompanhar. Vão ter aqueles que vão xingar, reclamar, espernear e os que vão deixar de ler.

Eu criei duas TEORIAS! Duas coisas que se passaram pela minha cabeça. E me condem e processem, mas acho que pensar ainda é um direito que eu tenho.

Vamos?

Teoria 1: O tal namorado sabe que a mulher que ele namora é a alma da Letícia Fernandez e ser o homem que domesticou a mulher que queria dar pra 100 homens deve ser envaidecedor. E talvez ela tenha se tornado um troféu.

Teoria 2: As pessoas que diziam que essa necessidade de fazer sexo com 100 homens era o jeito de preencher um vazio interior, estavam certas. E ela estava realmente apenas procurando um homem que valesse a pena transar 100 vezes.

Pode ser que minhas duas teorias estejam erradas, pode ser que as duas estejam certas, pode ser que só uma esteja certa. Mas como dito lá em cima, são apenas teorias, coisas que passaram pela minha cabeça. Que direito eu tenho de opinar? Bom, ela levantou uma bandeira não foi?


That's All Folks


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eu quero você, como eu quero!!!!

Eu me apaixonei primeiro pela sua timidez, que te deixava com um ar de mistério.
Eu queria ter alguma vantagem sobre as outras, e ter você do meu lado, conversando que fosse, era a vantagem perfeita.
Depois eu me apaixonei pelo seu jeito, seu silêncio, seu charme.
Depois foi pelo sorriso. Ai meu Deus, que sorriso!
Depois me apaixonei pelo seu beijo, seu toque, seu abraço, seu aperto, seu encaixe, perfeitinho no meu.
Tudo tão bom, tão gostoso, tão feito sob medida pra mim.
E por fim, eu me apaixonei por você.




Onde está o meu equilíbrio? (Parte 1)

Seres humanos me encantam com a velocidade que me desencantam.
Uma palavra amiga quando eu estou triste transforma aquela pessoa em super herói, naquele momento, uma atitude babaca gratuitamente faz com que se torne só mais um conhecido e nada mais.
Nem sempre fui assim, no começo era só encantamento, todo mundo era lindo, todos tinham qualidades suficientes para suplantar os defeitos todos ficariam o resto da vida ao meu lado, ai como é gostoso ser inocente! Pena que não dura e com o tempo a gente vê como a vida é dura!
Porradas!Decepções!Pancadas!
Agora eu ainda me encanto, meu olho brilha e eu irradio, de primeira como sempre, mas para nisso. Pra conseguir ir até o fim, pra ganhar mais que esse amor inicial entrei em uma de que a pessoa tem que me conquistar, mostrar que merece a minha amizade. Ai que bobeira!!! Ninguém deveria ter que fazer isso, as amizades tinham que apenas fluir, mas eu endureci! Apanhei tanto que hoje tenho medo de deixar qualquer um entrar, porque já fico imaginando que a rasteira é questão de tempo. Mas e quem tá dentro? Quem tá dentro ainda bate, e eu sempre acho que as qualidades suplantam os defeitos, que aquele tapa não doeu tanto porque daqui a pouco vamos compartilhar um momento tão gostoso que eu vou esquecer. Acho que sou na amizade aquilo que algumas mulheres que apanham são com os maridos "Ele me bate, mas eu o amo e sei que ele me ama". E isso é errado em tanto níveis.
Por que raios eu simplesmente não deixo a porta aberta? Daí quem quiser entrar, nem que seja só pra espiar o visual, consegue e quem já está me batendo possa sair logo, ou eu mesma aproveite a porta aberta e ponha pra fora? Isso é um mistério, um mistério que eu estou resolvendo, aos poucos. Reconhecer que está errado foi meu primeiro passo, e passo dado não tem como voltar atrás, eu vou sempre saber que está errado e em algum momento eu vou consertar.
Pra que tanta intensidade? Pra que querer tudo com tanta vontade? Por que ser 8 ou 80?
Equilíbrio...eu preciso é de equilíbrio.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Aquele que tem um amigo tem um tesouro.

Bonito esse título, né? Tudo haver com aqueles cartõezinhos que as pessoas mandam no orkut, mas eu tirei da Bíblia. Pois é, são 4 anos de catolicismo impregnado e ainda uso a bíblia como referencial em algumas coisas, e não sei ao menos se algum dia isso vai mudar. Mas, estou fugindo do foco do texto, então voltemos a ele.

Como eu disse no post anterior eu preciso dar uma arrumada nas minhas gavetas internas para que as coisas que estão bagunçadas parem de se esbarrar e me permitam fazer coisas simples, e como disse também a faxina começaria ainda esse ano e achei que agora seria um bom momento.

Pra começar esse post vou explicar uns trechinhos do outro post e daí sigo com o post novo:

Tô sentindo que se eu não falar logo eu vou explodir, ou melhor, vou implodir.
Estou numa fase que seguro as coisas só pra mim e não divido os meus aborrecimentos com os outros por medo do que as pessoas vão achar, como vão reagir e se continuar assim vou "explodir pra dentro" e ao invés de conseguir seguir em frente vou passar o resto da vida engolindo sapos parada no mesmo cantinho (que é solitário e frio).


Principalmente quando eu tenho que ficar com tudo trancadinho, cada um na sua gaveta.
Eu não tenho que coisa nenhuma, né? Eu quero, e ter consciência disso é um passo importantíssimo, porque eu não tenho que manter os problemas guardados para não aborrecer os outros ou com medo de que eles julguem o que eu faço como mimimi, mas mesmo sabendo disso acabo sempre cometendo o ato falho de achar que tenho que trancar tudo, que meus problemas são só meus e ninguém tem nada com isso.

gasto todas as minhas energias pra esconder o que está tentando sair e isso me impede de fazer outras coisas
Tipo dormir! São 1:02h de uma segunda-feira e olha eu aqui no blog porque enquanto tentava dormir fui pensando no cabeçalho desse post e em alguns desses problemas.


Agora porque eu expliquei isso antes de "começar" o post? Simples: Porque eu não tenho amigos.
Que frase triste, né? Se quem tem amigos tem tesouros, quem não tem é um ser humano bem deprimente (Ou bem deprimido, no meu caso). Agora aqui começa um paradoxo, eu sou amiga de algumas poucas pessoas, mas essas pessoas, não são minhas amigas. E dói de mais assumir isso, assim em "voz alta".
Já pensei em chegar pra essas pessoas e dizer o que eu penso, mas tenho medo de perder a pseudo-amizade que elas me oferecem, e isso eu tenho noção de que é uma das coisas mais deprimentes que eu faço no momento, preferir migalhas de amizades a nenhuma amizade.

Migalhas, é isso que eu sinto que tenho. Ninguém está ali quando eu preciso, na verdade quando eu mais precisei, no começo desse ano, só uma pessoa me estendeu a mão e a pessoa era uma ex catequizanda. Só ela! Não estou a menosprezando, muito pelo contrário a partir daquele momento ela se tornou muito mais especial na minha vida do que pode imaginar, mas das pessoas que esperava um mínimo de apoio, porque apoiei e vou sempre apoiar quando estiverem precisando, NADA! NADINHA MESMO! Nem um: "Que barra hein"! Foi ali que eu percebi que se minha vida entrasse no apocalipse que estava sendo anunciado eu ia estar SOZINHA! Foi ali também que decidi que estava na hora de deixar a igreja como uma experiência legal, mas do passado. Foi ali que minha vida mudou, não exatamente a mudança que eu queria, mas uma mudança.
Que merda foi aquilo pra mim, no momento em que eu vi tudo que eu achava ser real na minha vida desmoronando diante dos meus olhos eu percebi também que quando acabasse de cair o último escombro eu ia estar sozinha e como aquilo me doeu, foram vários golpes, um em cima do outro. Mas quis Deus/a sorte/o destino/ a vida que o terremoto 9.2 na escala richter só balançasse as estruturas e não destruísse nada (só a mim).
Uma outra situação que me fez só confirmar foi a que marquei com uns dois dias de antecedência de ir visitar uma pessoa porque estava com saudade, queria vê-la,e no dia que iria pela manhã fui convidada a ir mais tarde porque ela queria visitar uma amiga. Qualquer outra pessoa desmarcaria, mas aquela seria a minha única chance nos próximos meses e fui mesmo assim e aí? Fiquei cerca de 10 minutos parada na portaria até alguém chegar e me por pra dentro. Mágoas ficaram claro que sim, mas não reclamei, de nada...me contentei com as migalhas.

E porque me contentar com migalhas? Bom porque talvez eu sinta errado, talvez eu apenas esteja esperando de mais das pessoas, talvez não seja migalhas, existe sempre a chance de que as pessoas simplesmente não estavam no momento de se dar, de me dar atenção, talvez quando o terremoto abalava as estruturas da minha casa, a casa deles era destruída por um tufão, talvez a pessoa que foi visitada estivesse passando por um momento difícil e precisava daquela visita, naquele momento...talvez, é sempre bom pensar no melhor, né? Eu prefiro assim, o mundo é mais bonito quando o vemos com óculos cor de rosa. Talvez também eu não seja tão boa amiga assim e esteja oferecendo aos outros somente migalhas, quem é que vai saber? Eu só imagino...

Desde aquela fatídica segunda-feira de carnaval quando meu mundo desabou na minha cabeça eu estou sendo só uma sombra de mim, antes disso eu já não estava muito bem, mas depois daquilo eu perdi meu chão, meu porto seguro, minha sanidade mental foi tudo embora! E foi depois dali que não sei se sinto que me oferecem migalhas por eu estar mais necessitada de atenção ou se foi dali que eu percebi que só me oferecem migalhas. Só o tempo irá dizer.

Eu tenho mais pra falar desse assunto, MUITO, MUITO MAIS! Mas eu vou encerrando por aqui, por enquanto.

That's All Folks




"Põe-me o braço no ombro
Eu preciso de alguém
Dou-me com toda gente
Não me dou a ninguém
Frágil
Sinto-me fragil
Faz me um sinal qualquer
Se me vires falar demais
Eu as vezes embarco
Em conversas banais
Frágil
Sinto-me frágil
Frágil
Esta noite estou tão frágil
Frágil
Já nem consigo ser ágil"

sábado, 10 de setembro de 2011

Brainstorn do dia


Tô sentindo que se eu não falar logo eu vou explodir, ou melhor, vou implodir.
Tenho TANTA coisa dentro de mim, tanto sentimento diferente, tantas hipóteses diferentes, tantos problemas diferentes. Coisas que nem ao menos estão relacionadas uma a outra decidiram que a hora de zicar era essa, todas ao mesmo tempo! Aí fica difícil, né? Principalmente quando eu tenho que ficar com tudo trancadinho, cada um na sua gaveta.
Mas é muito problema, muito detalhe, muita coisa pra sentir e pra pensar e aí as gavetas ficam sobrecarregadas e deixam sempre alguma coisa pra fora e pra tentar por tudo trancadinho na gaveta de novo, eu sofro porque gasto todas as minhas energias pra esconder o que está tentando sair e isso me impede de fazer outras coisas, coisas que talvez me fizessem me sentir melhor!
Dentro de mim agora é assim:




Mas eu ainda vou dar uma faxina, limpar cada cantinho. O problema é que quando a bagunça é muito grande não tem como saber por onde começar e tem bagunça que está ali há tempos e que vai me doer se eu tirar. Aff!
Eu começo a faxina ainda em 2011, quem sabe no dia 12/09 de 2012 as coisas já não estejam assim:




That's All Folks!

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Protagonistas, coadjuvantes e figurantes

Protagonista é a personagem principal de uma narrativa, como obras literárias, cinematográficas, teatrais ou musicais. Sobre ela a trama é desenvolvida. As principais ações são realizadas por ela ou sobre ela.


Coadjuvante é aquele que não é protagonista ou é o nome genérico de outros personagens de menor importância.


Figurante é a personagem de um filme que não é fundamental para a trama principal e serve apenas como composição do cenário ou formação das personagens principais







Tendo plena consciência dessas informações eu pergunto, quem em sã consciência opta por ser apenas coadjuvante na vida dos outros, ou pior ainda,  simplesmente figurante na vida real?
Temos todos os dias 24 horas para agirmos a nossa vida! Por que então tem gente que se sujeita em ser um mero acessório na vida dos outros? 
No domingo eu fui a igreja, lugar ao qual eu costumava ir pelo menos 2 vezes na semana no último ano, e uma pessoa que eu não via a muito tempo, durante uma conversa me disse que eu estava "bem", e que nas últimas vezes que tinha me visto eu estava parecendo triste. 
E sabe de onde veio essa mudança? Do momento em que eu deixei de ser uma figurante naquela "comunidade"!  Na hora em que eu abri mão de ser uma composição do cenário da Jesus Sacramentado eu me libertei. Foi um passo difícil, doloroso e complicado (e eu ainda vou dedicar um post todinho sobre isso) mas eu consegui. Agora eu sou a protagonista e autora da minha história, uma coisa meio Woody Allen. A tal história ainda não está do jeito que deveria estar, mas a cada dia eu tenho a chance de melhorar e aprimorar, porque eu sou a protagonista, oras! As principais ações são realizadas por mim ou sobre mim. E chega de ser um personagem de menor importância ou uma composição do cenário. 
Preciso ainda de muita coisa para que a história seja do jeito que eu quero, mas a gente tem que começar de algum lugar e eu comecei afastando aquilo que não me fazia bem, nenhum pouquinho de bem!

That't All Folks!



sábado, 3 de setembro de 2011

Siga aquele táxi...

Que título é esse, gente? Pois bem...nem eu sei.
A verdade é que tenho sentido diariamente uma vontade louca de voltar a postar aqui, mas nunca consigo pensar em exatamente o que escrever.
Já tive vontade de falar sobre a Letícia Fernandes, sobre minhas posições religiosos e filosóficas e sobre mais uma pá de coisa que vem em forma de Pensamento e Devaneio no caminho da faculdade, na ida ao banco, enquanto jogo The Sims...mas não rola...agora mesmo, vim pra cá cheia de disposição de escrever mas falhou...quem sabe até o fim de setembro não saia alguma coisa?