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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Desde que recebi alta do hospital tenho visto muita gente dizendo que eu sou forte, guerreira e coisas do tipo...o que as pessoas não sabem é que eu não tive outra opção. Eu passei pelo TP, eu senti as contrações, eu senti necessidade de expulsar, eu fiz força...eu senti todas as dores que tanto queria experimentar, com a diferença de que no final meu filho nem chorou e nem veio pro meu colo, e qualquer pessoa nessa situação precisaria ser forte. Depois eu tive que ser forte pra responder a equipe médica, pra receber as visitas, pra seguir a minha vida...ser forte era a minha única opção, se eu me entregasse só ia ser pior. Eu tive de ser forte ao voltar pra casa e entrar no quarto que antes estava lindo e esperando meu filho e agora tinha só paredes brancas, eu tenho que ser forte quando as pessoas me olhando com cara de "coitadinha dela", eu não tenho muitas opções...
E eu tenho me mantido assim nesses últimos 13 dias...mas ontem começou a desmoronar. Desde ontem sinto que minhas forças estão prestes a acabar e que não vou mais conseguir ser forte nem pra mim mesma, nem para os outros.
Eu não me fiz de forte nesses últimos dias, eu fui forte, só que a força acabou.
Hoje acordei (depois de dormir menos de 5 horas) carente, querendo colo...mandei sms desejando um bom dia, recebi nada de volta...fico com vontade de mandar outra dizendo como estou me sentindo, mas tenho medo de atrapalhar, de ser incoveniente, chata...então deixo quieto. Vou ao BBC desabafar, me sinto péssima lá também...todo mundo feliz com seus bebês e eu reclamando da vida...
A força vai diminuindo e o medo aumentando.
Tenho medo de me tornar amarga, de afastar as pessoas de mim, de nunca mais conseguir engravidar, de passar por tudo isso de novo...de nunca ser chamada de mãe, de nunca ver um filho crescer....
Ainda não entendi se a força está diminuindo porque o medo está aumentando ou se o medo está aumentando porque a força está diminuindo...só sei que tá difícil...de mais da conta de difícil.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Conselhos do BBC...

Mesmo depois do meu filho ter ido embora, continuo assídua frequentadora do BBC, continuo participando do diário e tudo mais. Hoje decidi que leria sobre Perdas...primeiro achei um artigo sobre "Quando o bebê nasce morto", nesse artigo descobri que a cada 101 bebês que nascem vivos, um nasce morto e também que do total de bebês que morre dentro do útero, um terço tinha chegado a termo, ou seja, estava com mais de 37 semanas. O risco numa gestação de bebê único é de cerca de 5-6 para cada 1.000 nascimentos. E fiquei me sentindo PÉSSIMA porque são chances tão pequenas...depois li a o artigo sobre "Sentimentos que seguem uma a perda", o artigo é grande e vale a leitura, nele eu vi que o sentimento de culpa e a sensação de que de repente eu poderia ter feito algo e mudado isso é comum....Agora estou mais tranquila que hoje cedo...tô meio desânimada ainda, mas já assisti CSI, Once Upon a Time, Modern Family, The Big Bang Theory e How I Met Your Mother e dei uma leve animada....
Desativei meu Facebook, por tempo indeterminado (pode ser até amanhã, até o ano que vem, pra sempre...) porque ficar vendo aquele monte de bebê lindo, fofo e bochechudo não estava me fazendo bem...volto ao Facebook quando minha paz de espírito voltar.
Acho que por hoje é só...

Fica mais fácil com o tempo...

Quem disse? A cada dia fica mais complicado...as crises de choro diminuiram, é verdade, mas mesmo assim cada dia é mais difícil. Desativei meu Facebook agora a pouco, ver aquele monte de foto de bebês lindos e saudáveis cujas mães estavam grávidas junto comigo me deixa arrasada, não consigo lidar com isso...quero meu filho no meu colo, o lugar dele é comigo...
Sempre que eu acho que estou perto da cura, que vou estar recuperada 100% num estalo...as coisas complicam de novo. Talvez seja medo de me curar, talvez a ideia de não sofrer mais me pareça que eu vou esquecer meu filho...não sei. Mas, tá difícil...Desde o dia 17 não consigo passar 24 horas sem chorar e se estou muito feliz me bate aquele sentimento de culpa e me acabo de chorar mais um pouquinho...
Tá muito difícil...com o tempo só fica mais difícil....mas, vai melhorar, eu tenho fé que vai...até porque tenho um anjo, meu anjo, cuidando de mim.

sábado, 27 de outubro de 2012

Um dia de cada vez...

Ontem chegaram os livros do Itaú, que eu pedi para ler com/para meu filho. Não fio tão difícil quanto imaginei que seria.





Ixi, cadê que eu consigo terminar o post? Não vai rolar...abri a pasta Outubro de fotos, vi minhas fotos na praia, lembrei que quando eu criei essa pasta fiquei toda empolgada porque encheria ela de fotos do meu filho e agora perdi o ânimo....

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

7 dias

Ainda dói...
Lembrar do rostinho dele, não sentir mais ele se mexendo dentro de mim, não estar mais grávida, não ter um bebê no berço. Mas, dói cada dia menos, vou ficando conformada...
Vou amá-lo pra sempre e o lugar dele na mesa, no carro, em casa, vai estar sempre vazio. Outros filhos virão, mas ele foi o primeiro e sempre será...
Segui o conselho da psicóloga e ontem escrevi uma cartinha pra ele, agradeci o tantão que ele fez de bem na minha vida, pedi desculpas por ter reclamado tanto da gravidez e pedi que ele cuidasse de nós....ainda não sei o que vou fazer com a carta, mas quero que seja algo bem legal, porque meu filho merece.
A vida vai voltando ao normal, ontem dormi sozinha no nosso quarto pela primeira vez...fiz questão de dormir com a porta aberta e a luz acesa, não ia conseguir ficar fechada aqui, encarando a parede que já foi dele agora pintada de branco...dormi bem, dormi a noite toda e pela segunda noite seguida, consegui sonhar.
"Vai tentar de novo?" Claro que vou...começar de novo, porque tentar é pra quem não conseguiu e eu consegui, por 39 semanas, eu consegui! Tenho 4 meses pra brincar sem compromisso (4 meses nada, só 3 porque ainda tenho 33 dias de castigo) e nesse tempo vou namorar bastante sem pensar muito em outras coisas, depois de fevereiro suspendo o contraceptivo e deixo nas mãos do Destino/Deus/Universo ou seja lá quem controla essas coisas quando o irmão (a) do Igor vem....
Não desanimei, nem desisti...a gravidez foi ótima, o parto foi ótimo e o pós parto nem se fala, passaram 7 dias e eu já fui andando até a Penha, posso até bater uma bolinha "cas" crianças na rua. Sempre quis a casa cheia, criançada correndo...e vou continuar com esse plano...mais 2 pelo menos, talvez mais...
Já posso fazer planos pro futuro, mas ainda dói!

Por enquanto é isso...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Acabou...

A música Pra onde vai? do Gabriel, o Pensador tem um trecho que diz: "Se Deus é justo, então quem fez o julgamento?" e desde a última terça-feira eu fico me fazendo a mesma pergunta. Foram 34 semanas (descobri na 4ª) convivendo com uma outra vida e de repente...acabou. A consulta de pré-natal terminou com um encaminhamento pra maternidade, pra fazer um exame já que as batidas do coraçãozinho do Igor estavam inaudíveis. Vim pra casa, liguei pro Valber pra ele me acompanhar a maternidade e lá fomos nós. Fiz três exames e em todos os eles meu filho não tinha movimentos e seu coraçãozinho batia irregularmente, fui encaminhada para uma ultra de emergência. Esperei por quase 30 minutos (ou mais) pra fazer a ultra e ali acabou, o coração do meu anjo não batia mais. Fui encaminhada para internação, já estava em trabalho de parto, mas como poderia durar muitas horas tive meu parto induzido. As 03:17h do dia 17/10 dei a luz a um menino cabeludo de 53 cm e 2,300 kg, que tinha a boca e a bochecha iguais a do pai e o nariz e os olhos iguais aos meus. Lindo de mais, daquelas crianças que nem parecem RN, mas ele não chorou e nem veio pro meu colo e eu quis morrer. Me deram calmante e me colocaram pra dormir. Não faz nem uma semana, mas parece que fazem anos, que foi em outra vida. Quis morrer em mais duas ocasiões, na quarta quando acordei com os seios cheios de leite e soube que não teria pra quem dar e no momento que soube do horário do enterro. A dor é inexplicável, a sensação de vazio, a falta dele aqui. Eu vou melhorando, tenho recebido muito amor. O pai do meu filho, meu namorado e companheiro nesse momento foi e é imprescindível pra mim nesse momento, minha família (a família, não os parentes) e meus amigos (e nesse grupo coloco as meninas do BBC em destaque, com a tsunami de amor que elas me mandaram). Sem essas pessoas minha sanidade mental teria sido afetada. Da equipe do hospital a psicóloga Mariana Arcanjo (espia o sobrenome da danada) também me foi de grande valia, me ouviu e viu chorar por horas, e a enfermeira que me assistiu no parto, me foi um anjo enviado do céu. Seu plantão terminava as 20 h, mas ela ficou e só saiu depois que eu já havia parido e transferida pra enfermaria as 4 h. No momento da minha internação ela me disse "Espíritos iluminados não precisam nascer pra cumprir sua missão" e é nisso que eu tenho me apoiado, como disse a Dai fui escolhida pra ser "mãe de anjo".

Meu filho foi desejado, amado, planejado e curtido. Se pudesse voltar no tempo, sabendo como essa história termina: FARIA TUDO OUTRA VEZ.

Encerro com fotos que deixam o amor que ele era cercado pra todo mundo ver e com duas músicas . "Amar Você" da Fernanda Brum, que eu cantava pro meu anjo e "Gostava Tanto de Você" do Tim Maia, que é uma declaração de um pai apaixonado que perdeu sua filha.





















Queria relatar meu parto, sonhei com o post do relato de parto desde o começo da gravidez, tive um parto tranquilo e rápido, mas não sei se é boa ideia. Não sei também quando volto ao blog...por enquanto...

That's All Folks.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Um monte de coisa...

Vamos esvaziar a cabeça? Brainstorm rapidinho pra atualizar o blog e esvaziar a mente.
Primeira coisa: Eu estou com 38 semanas e 5 dias de gestação, estou ulta ansiosa pela chegada do Igor, pra saber como vai ser meu parto, com quem ele se parece...e a galera também não ajuda. Acordei com inbox me perguntando como estão os preparativos pra chegada, tem sempre alguém me perguntando "se nada?" ou "o que esse menino tá esperando?" e isso me irrita DE MAIS e me frustra porque eu quero muito um parto normal, quero muito esperar pela hora dele, a hora que ele quiser chegar, mas as pessoas "cobrando" vão me deixando ansiosa e vou começando a pensar em marcar a cesárea que é contra tudo que eu sempre planejei. Gostaria muito que me respeitassem nesse sentido...de verdade.
Segunda coisa: Eu estou grávida de 38 semanas e 5 dias, meu pai trabalha fora o dia todo, minha mãe tem que ficar comigo e com um casal de gêmeos de 6 anos. Não há a mínima possibilidade de nem eu, com essa pança e nem ela ficarmos com a minha vó nesse momento. Simplesmente NÃO DÁ, mas infelizmente as pessoas ou não vêem isso ou são muito pau no cu...nunca saberei a verdade....
Terceira coisa: Eu sou ciumenta pra caralho, e estou 11 kg mais gorda, logo 11 kg mais insegura....apenas isso.

Acho que por enquanto é isso...

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Resumo da semana...

E aí, almas? Como cês tão tudo? Eu tô com calor, com sono, com uma sensação de que algo ruim está prestes a acontecer e cansada de carregar esse barrigão...mas sem pressa.
Essa semana foi complexa na minha vida.
Domingo meu pai havia prometido me levar a praia, mas desmarcou na última fora e saiu com a minha mãe pra beber. Minha mãe bebeu de mais e do nada pegou implicância com a minha cara, entre outras coisas disse que filho não é família e que mulher é muito mais importante que filho...tudo porque meu pai sairia com um amigo e deixaria ela em casa...aí ela ME atacou, eu que tive de passar o domingo em casa porque eles estavam de botequim enchendo o pote....

Depois disso ela ainda teve uma crise de choro, me deu mais uns dois coices..."sas" coisas.Terminamos o dia comendo peixe na Ilha do Governador, praia de São Bento e com a praia combinada pra terça.
Segunda ela acordou como se nada houvesse acontecido. Me tratando super bem e eu doida pra gritrar com ela e mandar ela parar de me tratar bem porque eu "não sou família" e sou "menos importante", mas achei melhor evitar a fadiga....
Terça acordei as 8 da manhã linda, bela e animada...finalmente eu iria a praia "woohoo", era só esperar o pedreiro chegar pra sair...mas quem disse que o pedreiro veio? Veio nada...Saímos quase 10h de casa e meu pai queria ir pra Ilha...Opa...pera...Ilha? Nem ferrando...fiz bico e bati pé...sou mulher de nadar com bosta? Ele embicou, não deu mais uma palavra e nós fomos pra Praia Vermelha...Eh vida boa. Apesar de ter sido esquecida na areia no começo e de um outro contratempo que eu conto depois das fotos, foi tudo que eu precisava. Deu pra esquecer da gravidez que não passa, da doença da minha vó, da minha família (ou seria dos meus parentes?) que querem transformar esse momento em palco próprio....durante todo o dia eu esqueci mesmo disso tudo.



Igor






Concentrem nas duas moças sentadas no cantinho da foto, porfa...



Farofada...






Só de olhar me dá coceira...


O detalhe da cabeça cheia de areia.


Por mais incrível que pareça a iniciativa de tirar a foto foi DELE....

Meu cabelo chegou bonito da praia...

Cor de saudável


Vamos falar do que me aborreceu? Eu tenho mania de ficar "viajando" quando estou em ambientes abertos assim, eu olho pra tudo o tempo todo, de repente me peguei olhando na direção das duas moças que eu comentei na legenda da foto, mas nem estava olhando por nada específico, estava olhando porque viajo mesmo em outras pessoas (gosto de fofocar, essa é a verdade) e percebo que uma outra falou pra outra "você vai apanhar" e aí meu fofocometro (belíssima palavra, não?) apitou e fiquei prestando atenção...acontece que elas estavam falando DE MIM...quem ia bater era eu....porque elas acharam que eu estava olhando pra elas "de raiva" e aí eu comecei a ficar com raiva pelos comentários "Não tenho culpa se o marido dela tá olhando pra minha bunda", "ninguém mandou engravidar agora só pode ficar babando meu corpo mesmo"...olha...que vontade de ir lá, que vontade de descer o braço nas duas, de rodar a baiana, de mandar tomar no meio do centro do olho do ânus....mas levantei e levei a Jaja pra água, quando voltei as desgramentas já tinham ido embora...

Terminei o dia jantando no Bob's e quebrando meu repouso (tô virada na Gauchinha).
Depois disso a semana só desandou, desde ontem estou me sentindo carente e estou com aquela sensação de que tem algo ruim prestes a acontecer....
Mais tarde tem "rodízio de pizza" aqui em casa mesmo, vamos ver se isso me anima e se meu feriado vem me supreender....na pior das hipóteses o ponto alto do feriadão será a estreia da 3ª temporada de The Walking Dead....

(O post tá fraquinho, eu sei...mas e que ando sem inspiração MESMO)



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Por que amamentar?


O leite humano é muito diferente do leite adaptado (leite em pó).
O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável.
Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar,
tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções.

aleitamento materno protege as crianças de:
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Otites
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Alergias
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Vómitos
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Diarreia
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Pneumonias
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Bronquiolites
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Meningites
Outras vantagens do leite materno para o bebé:
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 Melhora o desenvolvimento mental do bebé;
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É mais facilmente digerido;
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Amamentar promove o estabelecimento de uma ligação emocional, muito forte e precoce,
entre a mãe e a criança, designada tecnicamente por vínculo afectivo.
Actualmente, sabe-se que um vínculo afectivo sólido facilita o desenvolvimento da criança
e o seu relacionamento com as outras pessoas;
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O acto de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes.
Amamentar tem vantagens também para a mãe:
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A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;
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Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;
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Ajuda o útero a regressar ao seu tamanho normal mais rapidamente;
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A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;
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A amamentação protege do cancro da mama que surge antes da menopausa;
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A amamentação protege do cancro do ovário;
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A amamentação protege da osteoporose;
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A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro).
As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem com a hemorragia mensal;
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Amamentar é muito prático! Não é necessário esterilizar e preparar biberões.
Não é necessário levantar-se de noite para preparar o biberão.

Amamentar também é vantajoso para a família:
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A amamentação é mais económica para a família.
Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança,
e somar ainda o dinheiro gasto em biberões e tetinas.
O leite adaptado (leite em pó) é muito diferente do leite materno e a sua utilização tem riscos para o bebé:
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Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca.
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As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis.
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As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de sofrer as infecções referidas, as infecções de que sofrem surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imunitário não recebe a ajuda dos anticorpos, glóbulos brancos e outros factores imunológicos presentes no leite materno.
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As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de desenvolver linfomas.
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As crianças que são alimentadas com leite em pó têm maior risco de vir a sofrer de Diabetes tipo I (insulino-dependente).
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As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta.
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As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica.
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A UNICEF calcula que um milhão e meio de crianças morrem por ano por falta de aleitamento materno. E não se pense que é só nos países do terceiro mundo. Mesmo nos países industrializados muitas mortes se poderiam evitar com o aleitamento materno