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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pensando fora da caixa

Semana nova...que tal uma renovação?
Comece a pensar fora da caixa, "quem está dentro da garrafa não consegue ler o rótulo".
Seus gostos, crenças e verdades são a sua realidade, apenas sua...talvez do lado de fora existam verdades, gostos e crenças que te agradem até mais. Não existe uma verdade absoluta, existem verdades, apenas.
Pense fora da caixa!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Lição do dia

Eu gosto de ajudar as pessoas, é uma coisa que gosto... Mas ainda não me acostumei com ingratidão.
Nem sei se vou conseguir me acostumar.
Não é que eu ajude esperando ganhar uma estátua em praça pública, mas total desconsideração jamais será visto por mim como algo "normal" ou aceitável.
Sou grata por ter meios, saúde e disposição para ajudar quem me procura, mas ser bom não é ser bobo...

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Gratidão e aceitação

Hoje durante algo que pode ser chamado de festa percebi que aceitei a família que tem.
Não confundir aqui "aceitação" com conformismo ou resignação. O que aconteceu é que aceitei que é essa a família que tenho e fim. E sou grata por isso, muitos defeitos que me incomodam moldaram-me e me ensinaram a fazer/ser diferente.
Tenho ainda um longo percurso a seguir, aprender a identificar o que me tira o equilíbrio e ter controle sobre isso, por exemplo.. Mas, hoje, sei que a aceitação foi um importante passo na construção de relacionamentos melhores.

sábado, 20 de junho de 2015

Os caminhos que me levam...

Você não sabe o quanto eu caminhei 
Pra chegar até aqui

Quanto mais estudo para elaborar o Projeto Eu Melhor (aliás, dia 02 de julho tá chegando, já foi lá, já se inscreveu pra receber os boletins?) mais tenho pensado no caminho que fiz pra chegar aqui.  Relembrando e ressignificando algumas passagens da minha vida, por exemplo, percebi que muitas coisas sempre estiveram claras diante dos meus olhos e eu simplesmente não notei. Muitas "perdas" na minha vida foram, de fato, ganhos. Sou muito grata por essas perdas, agora que entendi porque essas pessoas se foram.

A vida ensina e o tempo traz o tom 
Pra nascer uma canção 
Com a fé do dia a dia encontro a solução

Mas, não é esse o tema desse post. O post era sobre os caminhos que me trouxeram até aqui e que me levam onde eu quero (e preciso) chegar.
Decidi estudar psicologia ainda na infância, quando os pais de uma amiga se divorciaram e ela virou apenas sombra do que era. Naquela época eu pretendia estudar direito e psicologia e ser a advogada que fazia a diferença na vida das criançs, o tempo passou e a ideia de cursar duas faculdades de 5 anos de duração passou a me incomodar, começaria uma em 2005 e  a outra em 2010 e só teria terminado as 2 no fim de 2014...vish estaria com quase 27 anos, pra casa e ter filhos...velha já. (Vish 2) e então fui cedendo ao que diziam os outros, ao que pensavam os outros e abri mão dos meus sonhos...
Terminei o ensino médio em 2004, as vésperas de completar 17 anos e pedi aos meus pais um ano sabático, ano esse que me exclui da sociedade. Larguei cursos de idiomas, dança e profissionalizantes e passei esse ano inteiro entre computador, cama e  tv. Fazia uns bicos de explicadora e babá pra ter dinheiro, beijava na boca pra ter um hobby e assim cheguei aos 18...A pressão para fazer uma faculdade foi ficando pesada "Turismo" da dinheiro, "Biologia" é legal...e assim cursei turismo, que não foi uma gigante falta de tempo porque vivi momentos e fiz amizades que vou levar pra sempre. Ao mesmo tempo me tornava cristã católica praticante e fui levando, fui seguindo...até o dia da crise. Não era aquilo que eu queria, ali não era o meu lugar, aquela não era a minha vida! Eu queria ajudar as pessoas, eu queria ser a diferença!
Conversa com padre e com pai e tranca a matrícula. Quero fazer psicologia, mãe quer jornalismo, pai quer direito...seis meses de deliberação. Psicologia é mais caro que as outras, vou fazer jornalismo...Mas pera, empresa do papai é conveniada a uma universidade, bolsa de 30%...Psicologia it is.
E assim cheguei no que eu queria. E fui aprendendo e gostando e me apaixonando. Comecei a terapia e fui me conhecendo e me curando de tantas coisas e descobrindo outras tantas que me feriam sem nem eu saber. E me afastei da igreja, porque pregava coisas que não fazia e aquilo me aborrecia. E comecei a trabalhar e o encantamento só aumentou, mas faltava algo. O que vai ser? Trabalho  voluntário? Terapeuta me convida para mediar um grupo de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica e isso me anima ainda mais. Infelizmente o projeto não foi pra frente e eu fiquei sem um projeto futuro pra fazer a diferença.
O tempo passou e eu sofri calado, não deu pra tirar ela do pensamento¹, não pera...o tempo passou, engravidei, sofri, amadureci e veio o desejo de trabalhar em maternidades, me especializar em trabalhar com gestantes e puérperas, "é isso serei doula", três doulandas por vez uma de cada trimestre, vai ser lindo. Psicóloga e doula, vou ser diferente, vou ser a diferença. Mas ainda faltava um je ne sais quoi² e bateu a crise. Eu me sentia estagnada, eu não estava fazendo a diferença, eu não estava saindo do lugar! Aqui aconteceu um momento fofo, comentei com o marido que queria fazer a diferença na vida das pessoas antes de partir, queria mudar ao menos uma vida pra que minha missão estivesse completa e ele disse que eu havia feito a diferença na dele  (todos dizem oooown) e foi aí que as coisas entraram no rumo, por providencia divina eu conheci o trabalho da Paula Abreu, fiz o curso Paixão Modo de Usar ao mesmo tempo que me aventura na leitura de mais um livro da Rhonda Byrnes, vou me matricular num curso de arteterapia e vejo que tem um de introdução ao coach pelo mesmo preço e sem pensar muito lá vou eu pegar um caminho diferente. O meu caminho! Eu percebo que posso fazer a diferença na vida das pessoas, de verdade...eu posso ajudar as pessoas. E é assim que me vejo estudando PNL, buscando formações, criando o Projeto Eu Melhor e já pensando em como juntar as 2 coisas o couch e doula, mas isso é projeto futuro...
Um passo de cada vez....



Você não sabe o quanto eu caminhei 
Pra chegar até aqui


¹ Covite de Casamento - Gian e Giovani
² Expressão francesa que significa "eu não sei o que"

segunda-feira, 15 de junho de 2015

À beira de um colapso nervoso

Semana de provas, criação e elaboração do Projeto Eu Melhor, filho pequeno. Dificuldades pra dormir e para me concentrar...se deito fico ansiosa, se levanto para estudar fico sonolenta.
Tenho estudado muito para que o projeto seja como eu sonho, e preciso estudar muito para as provas ah e tem o curumim que não tem entendimento de que preciso focar em outras coisas por 7 dias.
Se eu surtar...já sabem!

sábado, 13 de junho de 2015

Felicidade Plena

O que é a felicidade plena?
Analisando os resultados do questionário para o Ensaio sobre a Felicidade vi que a maioria (63,8%) acredita ser possível atingir a felicidade plena, mas apenas 16,6% se consideram plenamente felizes (55% as vezes se consideram plenamente felizes e 28% não se consideram). 
E eu fiquei intrigada com a diferença gritante entre quem acredita ser possível atingir a felicidade plena e quem se considera plenamente feliz. O que faria um percentual tão grande acreditar, mas tão poucos considerarem-se plenamente felizes? E, principalmente, o que impede quase 50% das pessoas que responderam a pesquisa levanteram e buscarem a felicidade plena?
No questionário, eu também perguntei o que faltava para a felicidade plena e tive muitas respostas diferentes, houve quem falasse em estabilidade (financeira e "de modo geral"), houve quem falasse em ter filhos, paz interior, dinheiro, liberdade, realização de sonhos e planos, enfim, está sempre faltando alguma coisa.
E me veio a dúvida, está de fato faltando mesmo alguma coisa ou nós é que não aceitamos o quão simples é ser feliz?
Somos bombardeados com um ideal de felicidade, corpo x, quantidade y no banco, celular z, relacionamento impecável com sexo abrasador e diário, e mais uma porção de coisas que por si só são contraditórias.
Será que o que nos impede de ser feliz não é, simplesmente, a falta de foco naquilo que realmente nos faz feliz? 
Jean-Jacques Rousseau acreditava que o ser humano era originalmente feliz e com o advento da civilização foi perdendo a felicidade, certo? Baseando-me nessa teoria, posso dizer que todos somos felizes na essência, mas buscamos sempre mais porque não conseguimos aceitar a felicidade das pequenas coisas ou talvez porque não aceitamos ser felizes com menos que os outros.
A felicidade é subjetiva, cada um sabe o que e quanto lhe faz feliz e basear essas coisas nos padrões de outros é garantia de nunca encontrar a felicidade plena.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Projeto Eu Melhor

Hoje o Projeto Eu Melhor ia nascer, cesárea estava agendada já, mas então um exame mais minucioso me disse que não era a hora, que ele nasceria prematuro, muito prematuro... Ia direto pra UTI neo e talvez nunca saísse do hospital. Então ele continuará sendo gerado mais algumas semanas.
O projeto Eu Melhor é um irmão do Ensaio Sobre a Felicidade, um irmão que é quase um filhote.
Enquanto o ensaio nasceu de um trabalho de um curso de extensão que eu estava fazendo o Projeto nasceu dos lugares que o Ensaio me levou, da percepção de que para fazer do mundo um lugar melhor, eu preciso ser melhor.
E projeto começa de fato em mim, na construção de um "eu melhor" pra que eu seja quem quero ser.
Hoje, dei nome a ideia, dei forma a ela, mas o Universo me testou no lugar de ser grata e entender que eu era a pessoa certa no lugar certo, eu fiquei brava, chorei e não agradeci, quando recuperei meu foco vi que não era a hora do projeto nascer, ele precisa amadurecer, assim como eu!
Reagendei seu nascimento para o dia 2 julho, o dia que marca a exata metade do ano, achei cabalístico... Veremos!!

domingo, 7 de junho de 2015

O que sou x O que quero ser

Mudar é bom! Mudar é necessário para o amadurecimento e para o crescimento.
Mudar é bom, mas mudar é difícil pra caramba. Abrir mão de hábitos, crenças e vícios é um processo lento e doloroso. Abandonar o mimimi é complicado, porque o mimimi é fácil, é prático e beira o automático (até rimou).
A pessoa que almejo ser é grata, não pratica o mimimi e é feliz pois tem consciência de que é parte do Universo, mas a pessoa que sou é fraca e pratica mimimi quando as coisas saem do seu controle, mesmo sabendo que as coisas só saem do rumo para o bem maior e que o resultado final é sempre perfeito.
Quem eu almejo ser já existe, só preciso torná-la consciente e dona de quem sou.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Inquieta

"Seja você mesmo , todas as outras personalidades já tem dono" Oscar Wilde

Que descoberta fantástica essa, a de que eu não poderia ser qualquer outra pessoa que não eu, que eu não poderia estar em lugar nenhum que não aqui e em momento nenhum que não agora. Gratidão imensa por ser e saber!!
Não quero e nem preciso ser qualquer outra pessoa. Não me cadastrei na competição de pessoa mais fodástica do mundo e isso me tira o peso de precisar competir com todas as outras pessoas. Compito somente comigo, batalho para ser sempre melhor que fui no dia anterior, uma pessoa melhor, um ser humano melhor.
Crescendo sempre, agradecendo sempre...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Sem foco

Desde que iniciei o Ensaio sobre a Felicidade, meio que sem querer ou sem perceber, fui sendo direcionada para um caminho que não havia escolhido trilhar, mas como mais eu seguia nesse caminho, mais coisas maravilhosas me convidavam a seguir esse caminho e assim, eu venho fazendo. Estou estudando coisas muito interessantes aprendendo muito e resignificando muitas coisas na minha vida e na minha realidade.
E o Universo é maravilhoso, ele é brilhante e ele foi me presenteando com situações e oportunidades de enxergar na prática o que eu aprendo na teoria e testar a eficácia dessas coisas.
Ontem, como eu já havia comentado aqui, eu tive um sonho que me fez acordar mal humorada, e ao invés de agradecer por ter sido só um sonho por não pertencer a realidade, eu deixei que isso ditasse o ritmo do meu dia. E meu dia foi sendo bem horrível, mas depois de umas horas eu parei, respirei, meditei e restaurei meu equilíbrio interno. Mas, as coisas começaram a mudar e uma pessoa começou a me apresentar coisas que afetavam esse meu equilíbrio e, novamente ao invés de parar e focar minhas energias em algo que me trouxesse de volta ao equilíbrio e algo que me permitisse transformar aquilo numa oportunidade de fazer a diferença na vida de alguém (meu propósito máximo), gastei toda minha energia vital em confrontar e aí, ninguém saiu ajudado.
Eu me libertei de algo que há tempos me fazia mal, me incomodava de verdade, mas eu poderia ter saído dessa situação de maneira mais leve, eu poderia ter levada resignificância para a vida de alguém, eu poderia ter lidado com tudo de forma leve e grata. Grata por eu ter o conhecimento necessário para saber que ali há um problema e por ter meios de ajudar a resolve-lo, mas eu esqueci de observar a cena como um todo e foquei só no problema, eu esqueci de olhar a solução. Uma pena!
O resultado foi, em suma, agradável. Caiu sobre mim toda a carga pesada que era levada por um número maior de pessoas e externamente saio malvista, mas internamente não preciso carregar a carga de enganar a ninguém, por isso saio grata também por não precisar lidar com essa batalha. Usarei essa experiência como parâmetro de como não agir de hoje em diante e na próxima vez que me for possível fazer a diferença na vida de alguém, farei.

Conheça-te

Conhecer-se é uma das coisas mais importantes para o encontro da felicidade.
É preciso conhecer cada aspecto da nossa personalidade, cada falha e erro tão bem quanto é preciso conhecer cada qualidade e dom, porque sem conhece-los caímos na falha de viver pelo achar do outro e não pelo nosso saber, e não há quem nos conheça melhor (ou não deveria haver) que nós mesmos.
No achar dos outros moram coisas verdadeiras, é bem verdade e por isso conhecer-se é importante também, para que dons e falhas não sejam conhecidos de todos menos nós.
No momento em que você se conhece o achar dos outros não te afeta, porque enquanto eles acham, você sabe!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Efeito Cascata

Eu sonhei uma coisa ruim
Acordei mal humorada
O dia está sendo um cu
Pronto!