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sábado, 23 de abril de 2016

Obrigada

Hoje eu tomei banho de cachoeira depois de anos.
Uma borboleta pousou em mim duas vezes.
A lua cheia, linda e amarela, refletiu num rio e a cena era digna de uma bela pintura.
Sentada na varanda da minha casa eu vi uma estrela cadente.
Ao Universo nada além da minha gratidão!!! Por cuidar de mim, por me permitir ser parte do todo, por me mostrar o tanto que eu tenho pra agradecer....

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Interpretações

Algumas semanas atrás tive um atrito com a minha mãe, fiquei brava, frustrada e fiz um mini post aqui.
Algum anônimo, que não há de ser assim tão anônimo porque o blog não é divulgado e os leitores daqui são poucos e quase que 100% gente que já vinha há tempos, interpretou do modo que melhor lhe pareceu.
Esse é o problema com a escrita, se não for perfeita abre proceder pra interpretações erradas...
E a gente se equivoca mesmo, porque acabamos lendo aquilo que queremos ler...
Acontece...

(By the way, não aprovo comentários anônimos, o mínimo que eu espero é que a pessoa invente um nome)

domingo, 10 de abril de 2016

Ontem eu estava aborrecida, chateada. Não consigo ser hipócrita e fingir que minha vida está um mar de rosas e que lido com as dificuldades da forma mais serena possível...
Muito me falta na minha jornada pra iluminação e ontem isso ficou claro.
Depois que a raiva passou, o sangue esfriou e eu fui me acalmando e enxergando como aprendizado...como lição a aprender.
Inspira, expira e não pira.

sábado, 9 de abril de 2016

Quando é comigo eu não ligo tanto, já são 28 anos, né?
Incomoda é tal, mas passa rápido...
Agora com meu filho...porra!!!
Promete a ele uma coisa e não cumpre. O motivo? Ficar enchendo o cu de cerveja na rua, daí me liga pra dizer que "amanhã a gente vê o que faz".
A voz embargada!!!
Que vergonha, cara!!!
Que raiva...


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Incomodou, doeu...

...leva pra casa que é seu.

Essa frase que ouvi da minha musa, diva, linda, maravilhosa Flavia Melissa me ajuda a parar pra pensar um pouquinho quando fazem ou falam algo que me machuca.
Mas tem momentos, aaah...tem momentos que dói lá dentro, tão profundo e que por mais que eu tente enxergar o porque daquilo me aborrecer tanto e de que o outro é uma pessoa separada de mim sobre a qual eu não tenho controle algum, minha única vontade mesmo é sentar e chorar.
Eu acordei numa vibe ótima, minha manhã foi linda, tudo deu certo, fluiu, encaixou...e aí eu ouço uma coisa aqui, vejo uma outra ali...e quero chorar, chorar e chorar...
Daí a gente escreve, porque ajuda a racionalizar, depois se a vontade persistir a gente chora (aqui passou) e aí a gente senta em silêncio e se ouve pra ver se entende o que machuca tanto e concentra pra compreender que somos donos somente das nossas ações.
E simbora embora...

sexta-feira, 1 de abril de 2016

A gente só se decepciona com quem a gente confia, com gente de quem esperamos alguma coisa.
O segredo então é não esperar nada de ninguém, é respeitar que as pessoas são seres separados de nós com suas próprias motivações, necessidades e desejos e quem isso nem sempre casa com aquilo que esperamos ou que nos foi prometido.
A culpa de prometer e não cumprir é do outro, mas a de remoer a frustração por não ter uma promessa cumprida é nossa.
Deixe ir, não é fácil...não é, mas é o mais prudente a se fazer.

É meu exercício pra hoje, não remoer a frustração. Não me entristecer com a promessa quebrada.
Escolher o amor, a compreensão e a minha felicidade!